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Atual cenário político de Teresópolis está assim |
Anos pares são marcados sempre por disputas eleitorais em
todo o Brasil. Neste ano teremos eleições para prefeitos e vereadores. A pauta
do dia nunca nos deixa de marcar um espaço na agenda para o debate do assunto.
Em Teresópolis, esse ano será atípico. Temos um cenário
político completamente diversificado. Há informações que dão conta que o atual
gestor, Mario Tricano, não termina seu pequeno mandato, de dez meses, por conta
de uma liminar. Tricano pode ser afastado do cargo a qualquer momento.
Os pré candidatos também estão em situação delicada, até por
que o cenário está completamente aberto, se por algum acaso o atual gestor não
configure sua situação junto ao Supremo Tribunal Federal.
Médicos, empresários, pastores concorrerão ao cargo mais
alto do executivo municipal. Basta aos leitores e eleitores que não se
compadeçam com promessas mirabolantes, como já tivemos em anos anteriores.
Grande exemplo disto é a do médico da família que nunca saiu do papel. Ora se
não tem médicos para atender nos postos de saúde, onde teremos médicos nas
casas dos pacientes. Educação em tempo integral é outra promessa que nunca se
cumprirá. Não se tem profissionais que chegue na educação.
Seria interessante ver alguém do povo, que não tenha ligação
nenhuma com política administrar a cidade. Mas como na maioria dos pleitos os
candidatos que melhores se saíram foi o que tiveram peitos em colocar seus
projetos mirabolantes e impossíveis em sua campanha.
Para os políticos deveria ser obrigatório o estudo de
história do Brasil. Até mesmo para entender que nem sempre quem faz o melhor se
sai bem. Vide a história de nosso Imperador, Pedro II. Saiu quase à revelia,
por conta de seus antigos aliados políticos, que tinham “ideais” republicanos.
Traído numa madrugada, foi deposto do país, afim de seu asilo político na
Europa, onde viria morrer tempos depois. Pois o que vemos é a quantidade absurda de pessoas que se dizem entendidos de política.
Assim é Teresópolis, que por sinal e sina tem o nome de sua
esposa, Teresa Cristina. A Imperatriz casou-se com D.Pedro II em um casamento “arranjado”
pela família real. Ele não a conheceu muito tempo, antes de se manter em
matrimônio. Ela tinha feições que não se compactuavam com o que lhe fora, em
época descrito. Ela era “baixinha e rechonchuda” o que não havia sido dito,
anteriormente. Carregamos no nome de Teresópolis essa sina. Não de ser baixinha
e rechonchuda, mas sim, de termos governos que não souberam dar atenção às suas
prioridades.
Que neste ano o nosso sofrido povo saiba lhe dar com o jogo
de xadrez que virou a política local. E que aprendamos de uma vez por todas a
votar, em alguém que queira, realmente ver a cidade de pé.
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